Sempre me perguntei se, quando sofremos um trauma, e isso fica o tempo todo na nossa cabeça, só passa com o tempo quando a gente esquece, ou quando a pessoa que nos marcou dessa forma violenta pede desculpas. Em uma das minhas postagens anteriores, mencionei sobre questionamentos que ninguém me apresenta uma resposta concreta. Bom, esse é um deles.
Quando tentei fugir de casa ( por motivos que quase me deixaram louca) uma das pessoas que eu não queria que me visse fugindo, me bateu de uma forma tão brutal, na rua, na frente de toda a vizinhança, enquanto eu tentava me defender e pedir ajuda. Isso não ajudou muito. Enquanto as pessoas me olhava como se eu fosse um animal sendo torturado para a distração delas, eu não conseguia mais me levantar, e isso fez com que eu fosse arrastada uma quadra abaixo pelos cabelos numa rua de pedra soltas.
Isso já faz dois anos, não concordo comigo mesma em aceitar isso como um trauma, mas ás vezes me pego pensando nisso, e sinto como se tivesse sido ontem. Ás vezes sonho com isso, e acordo sentindo a mesma dor. Eu queria poder esquecer e apagar da minha vida que isso realmente aconteceu, mas parece que isso vai continuar comigo por muito tempo.
domingo, 2 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Longe de Mim Mesmo
Estou longe de mim mesmo,
Vagando em pensamentos,
Oprimindo meus sonhos,
Desprezando meus desejos.
Longe das fantasias,
Longe dos entusiasmos,
Vivendo a realidade
Sobrevivendo de um passado.
Estou longe de mim mesmo,
Vivendo o que mais temo,
De corpo cansado e alma morrendo!
Olhos vendados, pés amarrados
Punhos fechados, amargo veneno.
Longe de mim mesmo!
No suicídio dos meus dias,
Eu vou me entorpecendo,
Matando as alegrias,
Matando-me por dentro.
Estou muito longe!
Muito longe de mim mesmo!
Vagando em pensamentos,
Oprimindo meus sonhos,
Desprezando meus desejos.
Longe das fantasias,
Longe dos entusiasmos,
Vivendo a realidade
Sobrevivendo de um passado.
Estou longe de mim mesmo,
Vivendo o que mais temo,
De corpo cansado e alma morrendo!
Olhos vendados, pés amarrados
Punhos fechados, amargo veneno.
Longe de mim mesmo!
No suicídio dos meus dias,
Eu vou me entorpecendo,
Matando as alegrias,
Matando-me por dentro.
Estou muito longe!
Muito longe de mim mesmo!
Leni Martins
sexta-feira, 19 de março de 2010
Sem Inspiração
"Não espere eu morrer para começar se importar de verdade. Então demonstre esse falso amor enquanto ainda posso te ouvir respirar, porque quando eu não respirar mais, não vou esperar mais nada de você!"
"Se eu passei a tomar atos errados como certos foi porque você não os diferenciou pra mim quando deveria"
* Postei essas frazes em textos diferentes quando ainda tinha 15 anos, decidi repostar apenas essas frazes dos textos, porque por alguma razão me sinto exatamente assim agora.
beijinhos, Wendy
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Face Alegre da Minha Lucidez.
Notei minha lucidez numa inscinuação de repouso inacabado.
Opressiva foi a ansiedade em recitar palavras que descrevessem talvez o que tento lembrar.
Desvanescidos por agora, todos vagos e incoerentes sentimentos oscilantes.
E inevitável foi sentir a realidade sem detestar morrer.
Pois sabe-se que existe um infinito na escuridão.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Trexo de Metzengerstein, Histórias extraordinárias , Edgar Allan Poe
... contudo, não os desviou. Pelo contrário, não podia entender a opressiva
ansiedade que parecia cair como uma mortalha sobre seus sentidos.
Foi com dificuldade que reconciliou seus vagos e incoerentes
sentimentos com a certeza que se achava desperto.
ansiedade que parecia cair como uma mortalha sobre seus sentidos.
Foi com dificuldade que reconciliou seus vagos e incoerentes
sentimentos com a certeza que se achava desperto.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
