quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

..e inevitável foi a percepção de como seria minha vida sem você, depois de mergulhar por um momento na insensibilidade e evocar as impressões do abismo do outro mundo.

te amo indescritivelmente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Pestis eram vivus_ moriens tua mors ero. Martinho Lutero


* Vivo, sou tua peste_ morto, serei tua morte.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Trexo de Memórias do Subsolo de Fiódor Dostoiévski

Porque eu preciso de representar comédias, de sonhar acordado;
mas, na realidade, sabes tu do que é que preciso?
Que vás para o diabo; apenas isso. Tenho necessidade de repouso.
Daria tudo para não me incomodarem. Que o mundo se acabe e eu fique sem tomar chá?
Pois que se acabe o mundo e o chá não me falte! Sabias isto ou não?
Bem; sei que sou vil, egoísta, um tratante.
Há três dias tremia com medo de ver-te entrar por essa porta.
E sabes o que mais me preocupava?
Era o ter-me apresentado diante de ti como um herói e pensar que
havias de ver-me depois com este roupão esfarrapado, miserável e pobre.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A Mortalha


Suspiro melodioso


Antes da morte


Acabando com o que restou de mim,


Me levando ao caminho errado de céu


Quando o que queria se tornou meu fim.


Elevo meu pensamento onde se encontra minha essência


Morta por desejos.


Faça acreditar!


Meus pecados inocentes se tornaram tolices fatais.


Por horas, contemplo minha noite,


Repouse minha alma com o infinito do entardecer. Pois odiei a vida.


Na minha perfeição, me deito morrendo


Enquanto suas lágrimas selam meu destino.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sem Existência


Esta é uma canção de fundo ao ritmo


Das ondas se partindo, para respirar.


Por quê este mundo é tão calado?


Está escuro e eu me retiro ao meu interior


Meu pensamento é levado pelo vento



O labirinto sombrio está me consumindo,


Não há loucura pois eu sinto,


Nada, eu te sinto dentro de mim.



sábado, 12 de dezembro de 2009

Perdido



Lugares inférteis e vazios

e uma fogueira abrasadora.

Olho para o céu tentando ver uma salvação.

Bem, meus olhos terão uma vizão diferente

se eu apertar o gatilho

enquanto luzes me erguem á nova alturas.

Não irei a ligar nenhum com isso,

mas não quero perder a vontade de ficar.

Nunca entendi porque preferimos viver do que morrer

mesmo sendo muito novos para cair em desgraça.

Oh lorde, não vejo paraíso nenhum nesse deserto sufocante.

Me torno então minha própria besta

e isso fará parte de mim.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Orestes







Você já deixou de me fazer sentir nada

Estou disposta a me perder em você

mas ainda estou congelada por dentro

onde me tornei tão perdida espalhando ressentimento

sangrando, gritando e ninguém ouve.

Durante um tempo, não pude acreditar que não percebi

sufocando nesse êxtase, meu coração sangra na sua mão.

Posso ser tudo que você precisa

tudo sem ferir seu interior .

Se eu abrir as cicatrizes obrigue meu sangue a fluir

e eu serei qualquer coisa pra você.