quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A Mortalha


Suspiro melodioso


Antes da morte


Acabando com o que restou de mim,


Me levando ao caminho errado de céu


Quando o que queria se tornou meu fim.


Elevo meu pensamento onde se encontra minha essência


Morta por desejos.


Faça acreditar!


Meus pecados inocentes se tornaram tolices fatais.


Por horas, contemplo minha noite,


Repouse minha alma com o infinito do entardecer. Pois odiei a vida.


Na minha perfeição, me deito morrendo


Enquanto suas lágrimas selam meu destino.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sem Existência


Esta é uma canção de fundo ao ritmo


Das ondas se partindo, para respirar.


Por quê este mundo é tão calado?


Está escuro e eu me retiro ao meu interior


Meu pensamento é levado pelo vento



O labirinto sombrio está me consumindo,


Não há loucura pois eu sinto,


Nada, eu te sinto dentro de mim.



sábado, 12 de dezembro de 2009

Perdido



Lugares inférteis e vazios

e uma fogueira abrasadora.

Olho para o céu tentando ver uma salvação.

Bem, meus olhos terão uma vizão diferente

se eu apertar o gatilho

enquanto luzes me erguem á nova alturas.

Não irei a ligar nenhum com isso,

mas não quero perder a vontade de ficar.

Nunca entendi porque preferimos viver do que morrer

mesmo sendo muito novos para cair em desgraça.

Oh lorde, não vejo paraíso nenhum nesse deserto sufocante.

Me torno então minha própria besta

e isso fará parte de mim.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Orestes







Você já deixou de me fazer sentir nada

Estou disposta a me perder em você

mas ainda estou congelada por dentro

onde me tornei tão perdida espalhando ressentimento

sangrando, gritando e ninguém ouve.

Durante um tempo, não pude acreditar que não percebi

sufocando nesse êxtase, meu coração sangra na sua mão.

Posso ser tudo que você precisa

tudo sem ferir seu interior .

Se eu abrir as cicatrizes obrigue meu sangue a fluir

e eu serei qualquer coisa pra você.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Amaranto





Sentimentos mórbidos


Vãs palavras


Atos inúteis

Decepções insignificantes

Destruindo o intacto

Chuva interminável de sangue

Lágrimas de sofrimento

Negras como ódio


Procurando alguém

Para se livrar da culpa

Enquanto a alma evapora



Oh, doce amaranto
tornando-se sua própria besta

sufocando neste êxtase

Oh, doce terra do amanhecer

Onde o amor é mais do que apenas seu nome.



Feridas em mim
Imploram por túmulo,

afogando assim meus sentidos.

Dê-me mais uma chance,

E aprenderei a chamar isto de lar.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Eu odeio você.
Você é pra mim,
um parasita frio e vazio que sugou o que
ainda me restava de vida.
Cada gota de sangue...
E você tirou isso de mim.
Se alimentou completamente do meu coração
e eu te odeio por isso.
Minha alma, então morre para se sentir mais viva,
mas você muda de personalidade pra eu adivinhar dominando assim
a arte de enganar, enganar, enganar...
Você é o sal da minha ferida. E por culpa sua,
vivo como se interpretasse minha suposta morte
como maneira mais fácil de aceitá-la.
Eu odeio você por isso

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Indiferente

Sem nada aqui
Eu tentei adivinhar as indiretas mais sem sentido
Mas você não fala como os outros
...